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Nazad
S. Samurović, A. Lalović, O. Vince

P. Graf, A. Mantion, A. Haase, A. Thünemann, A. Masic, A. Luch, A. Taubert

Catharine Bittencourt Cunha, É. D. Souza, Perla Porto Leite Shitara, S. Santos, Luciene Luvizotto David

Pacientes portadores de doenças crônicas em programa de transplante de órgãos sólidos apresentam condições sistêmicas que comprometem seu sistema imune, o que os predispõe a risco potencial de infecções, que devem ser prevenidas para o momento pós-transplante, principalmente diante do uso de imunossupressores. Os focos infecciosos em cavidade oral após o transplante são uma preocupação com essa condição e merecem atenção especial. Objetivo: Avaliar dados referentes à condição da saúde bucal de pacientes em programa de transplante de órgãos sólidos, buscando evidenciar a importância da assistência odontológica prévia. Métodos: Este estudo teve caráter quantitativo, descritivo, exploratório e retrospectivo, onde foram analisados 225 prontuários de pacientes em programa de transplante de fígado, rim e coração, os dados referentes à condição bucal e os possíveis riscos infecciosos (cáries, doença periodontal e lesões infecciosas de mucosas) obtidos nos relatórios de avaliação odontológica. Foram aplicados métodos estatísticos para análise de relevância através do teste de qui-quadrado e teste exato de Fisher com significância (p<0,05). Resultados: Foi registrada a presença de alterações bucais sinalizadoras de focos de infecção em (134/166) 80,72% pacientes em programa de transplante hepático, (35/43) 81,39% em programa de transplante renal e (13/16) 81,25% de transplante cardíaco. Conclusão: Os dados obtidos permitiram concluir que nos pacientes em programa de transplantes de órgãos, a incidência de focos infecciosos bucais é significativa e sugerem que a adequação bucal prévia aos transplantes é relevante diante da condição de imunossupressão a que aqueles pacientes são submetidos.  

G. Fath-Tabar, T. Došlić, A. Ashrafi

N. Mustafić, H. Tahirović, J. Trnovcević

Febrile convulsions are the most frequent neurological disorder of early childhood. One third of children with febrile convulsions will have a recurrence, and only a small number will develop afebrile convulsions with epilepsy variation. The aim of the work was to establish the frequency of convulsion recurrence through the retrospective study with regard to age, type of recurrence, and applied prophylaxis in children in Tuzla Canton in a two-year period after the first febrile convulsion. Amongst 716 patients, 21.9% had a recurrence. Recurrence of simple febrile convulsions occurred in 124 (78.9%), complex in 18 (11.5%), and 14 (9.8%) patients had afebrile convulsions. There was no statistically significant difference in recurrence appearance between patients who received continuous and intermittent prophylaxis or different type of continuous prophylaxis. Knowledge of recurrence frequency according to age groups opens the possibility of recurrence prevention with adequate therapeutic measures, especially in home care conditions. Good parent education would represent the first step in recurrence prevention.

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